É verão na América do Norte, período de férias e de grandes lançamentos no cinema americano, os chamados blockbusters. O popular “cinema pipoca” são aquelas produções extravagantes, com um alto investimento em marketing, muitos efeitos especiais e produzidas para agradar ao público em geral. Alguns desses campeões de bilheteria acabam ganhando suas versões para o universo dos games, com o intuito principal de aproveitar o sucesso dos filmes. Neste ano, um herói da DC Comics, O Lanterna Verde, vai ganhar sua estreia nas telonas. E como não podia ser diferente, o herói também ganhará sua versão em diversos consoles.
O jogo Green Lantern: Rise of The Manhunters é inspirado no longa-metragem e mostra Hal Jordan, o mais novo membro da Tropa dos Lanternas Verdes, na tentativa de restaurar a ordem intergaláctica empunhando a sua mais poderosa arma: o anel do poder dos Lanternas Verdes
A origem, as várias faces e o game do herói…
A série de quadrinhos Lanterna Verde (Green Lantern), publicadas pela DC Comics, teve sua primeira história lançada em julho de 1940. O escritor Bill Finger e o artista Martin Nodell foram os responsáveis pelo primeiro Lanterna Verde humano, o Alan Scott. No final da década de 50, a DC Comics reinventa a série e dá a um outro personagem humano, Hal Jordan, o poder do anel."No dia mais claro
Na noite mais escura
Nenhum mal escapará à minha visão
E aqueles que cultuam o mal
Temam o meu poder
A luz do Lanterna Verde!"Juramento do Lanterna VerdeLiga da Justiça - Episódio: Na noite mais Negra
O anel é considerado um das armas mais
O personagem também ganhou sua versão nos games. Green Lantern: Rise of The Manhunters o primeiro game do personagem, lançado para diversos consoles é baseado no filme e tem o intuito de ampliar a experiência teatral de um dos heróis mais populares da DC Entertainment. Será que ele cumpre o que promete?
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O poder do anel no Wii ou seria 3DS?
A sua missão realmente começa quando, durante o treinamento com os outros membros da Tropa dos Lanternas Verdes, os robôs malvados de Manhunters iniciam um ataque a Oa. Contudo, os Guardiões avisam ao Lanterna Verde que os Manhunters estão invadindo outros mundos e Hal Jordan deve ir junto com os outros Lanternas para impedir a invasão e ascendência dos Manhunters no Universo.
Num primeiro instante você acha o visual do game até mediano, mas conforme avança, percebe as várias repetições nos cenários e o conceito vai decaindo. O personagem pode voar livremente pelos cenários, destruindo os inimigos e encontrando objetos, mas para isso deve verificar continuamente o mapa de cada fase. E é bacana o visual e a utilização de variados itens (bigornas, âncoras, carros martelos, etc.) como armas. Mas para isso é preciso fazer o “download” (a tradução do game utiliza dessa palavra) destes itens para o anel fazer a construção como arma. Mas mesmo assim, esses downloads não deixam o anel mais potente e nem melhora a jogabilidade e diversão do game.
Se o anel é realmente um das armas mais poderosas do universo e o seu usuário pode fazer qualquer coisa que imaginar, no game no Nintendo Wii ele não demonstra isso. Conforme avançamos no game, os novos poderes são adquiridos em um processo lento e repetitivo, o que desanima bastante a possibilidade de adquirir e procurar por esses novos poderes. Além disso, os pontos de experiência podem ser trocados em atualizações para fortalecer algumas características do personagem e do anel. Já para adquirir os pontos de experiência, basta destruir os Manhunters, e cumprir os objetivos e encontrar os itens. Tudo sempre muito repetitivo e enfadonho.
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Qual era a missão mesmo?
Se o real intuito dos produtores e desenvolvedores de Green Lantern: Rise of The Manhunters era ampliar a popularidade e a experiência teatral desse personagem, eles falharam. Eu prefiro lembrar do Lanterna Verde de outras mídias, mas particularmente acredito que a única intenção ao desenvolverem esse game era se aproveitar do marketing e sucesso do filmes e assim agregarem um lucro maior para a franquia.
Prós
- Legendas em português;
Contras
- Apresentação com imagens estáticas;
- Ausência de vozes para os personagens;
- É apenas um port da versão do 3DS;
- Extremamente repetitivo;





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