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domingo, 27 de novembro de 2011

Dead Island

Vivemos numa época onde podemos começar a afirmar que, tal como a moda, a indústria do entretenimento é cíclica. Gostos, pancas e manias vão e voltam a uma velocidade estonteante e nestes últimos anos tem-se assistido a um agudizar disso mesmo, principalmente entre os mais jovens. Poderosos e míticos feiticeiros como Merlin ou Gandalf foram sendo “substituídos” por uma quantidade massiva de adolescentes que aprendem habilidades ao ritmo do desenvolvimento da acne. Os assustadores vampiros sedentos de sangue foram desaparecendo para dar lugar a versões mais efeminadas, com conflitos amorosos e que são cristalinos ao sol. Depois temos os zombies, que antigamente deambulavam em busca de cérebros e sangue e que hoje em dia… continuam em busca de cérebros e sangue. Menos mal. 

Sonic Generations

Normalmente começo todas as minhas análises com uma introdução que tenta contextualizar o lugar do jogo em análise na indústria, as suas referências, ligações a outros meios e inspirações. Isto é uma boa forma de dar a perceber a todos os estranhos aos videojogos, algo mais sobre a leitura que se segue.

Mas o início desta análise vai ser diferente, nesta análise vou começar por dar a minha opinião sincera sobre duas das mascotes mais importantes da indústria, oSonic e o Super Mario.
Durante os anos 90, o ouriço e o canalizador lutaram pela dominância dos jogos de plataformas sendo o Mário a imagem da Nintendo e o Sonicda Sega, e muitos jogadores acabaram por ficar de um dos lados da barricada.

X-Men Destiny

Quando no universo dos videojogos se fala em adaptações, as opiniões divergem: metade das pessoas (os informados) tem a certeza que o jogo vai ser mau por culpa de experiências passadas enquanto que a outra metade, ingénua (“olha que capa tão bonita”), pensa que o seu conteúdo é magnífico e acaba por comprar. Salvo raríssimas excepções, este acaba por ser um mau investimento que se traduz numa depressão a curto prazo. Será X-Men Destiny capaz de fugir a este triste fado? 

Ultimate Marvel vs Capcom 3


Foram passados 10 anos do lançamento de Marvel vs Capcom 2, que a Capcom fez os fãs rejubilarem ao lançar a tão aguardada continuação do jogo da série. As novas personagens, troca de parceiros no ar, uma arte e grafismo fantásticos, a nova mecânica “X-factor” e a promessa de um suporte contínuo através do lançamento de mais personagens via DLC, fez deMarvel vs Capcom 3 um jogo obrigatório para todos os entusiastas do género.

Porém, a companhia nipónica ganhou uns quantos inimigos ao anunciar a derradeira versão deMarvel vs Capcom, quando o original ainda não tinha feito um ano de vida. Esta decisão foi consequente das várias queixas dos jogadores sobre determinadas personagens estarem demasiado poderosas e que o X-factor estava “broken”. Ultimate Marvel vs Capcom 3 veio então corrigir os problemas da sua primeira versão.

Dragon Ball Z Ultimate Tenkaichi

Foram muitos anos passados a correr para casa a tempo de ver o Dragon Ball, anos seguidos a faltar às aulas, chegar atrasado ao trabalho, etc. Tudo isto para não perder as aventuras de Son Goku e companhia na SIC, ou mais recentemente, na SIC Radical.

Porém, ao longo dos anos, a sagaDragon Ball foi tratada de várias formas no mundo dos Videojogos, com bons jogos como Dragon Ball Z The Legend da Sega Saturn ou Dragon Ball Z Bodukai 3 da PS2, e outras experiências algo fracas comoDragon Ball Burst Limit entre outros.

Este ano Dragon Ball Z está de volta aos videojogos com mais um jogo, Dragon Ball Z Ultimate Tenkaichi, um título que promete ser a derradeira experiênciaDragon Ball, com um modo campanha renovado e um modo história totalmente inédito.
Mas será que este Dragon Ball consegue honrar o nome de Ultimate e ser o melhor jogo de sempre?